FILOSÓRFICO

sábado, outubro 21, 2006

Uma poesia a proporcionar ar puro no meio da poluição abortista:

VIDA
Do Mar nascemos, do mistério imenso
que se esconde por trás dos Universos,
do Mar sem fundo, do segredo denso
onde o Princípio e o Fim jazem imersos.
Um rio nasce em nós e nos envia
para onde nascemos,
e o marulho do Mar nos anuncia
o mistério que temos.
Ao nosso lado vem essa esperança
que tem a núvem sem destino certo.
Passeamos os olhos de criança
como o raio cortando o céu aberto.
No ângulo quebrado dos sextantes
sonhamos a canção de marear.
Todas as horas, todos os instantes
são do ondulado cântico do Mar.

( Renato de Azevedo )

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